Tarkovsky é merda, preferia um punho cerrado a entrar-me pelo rabo adentro.

Tá fixe a cunha.

Tá fixe a cunha.

(Source: hugvincentvangogh)

A D1C4 DA D1V4.

A D1C4 DA D1V4.

Nuno Melo lol

Nuno Melo lol

OBRA-PRIMA #1 : AMERICAN PIE

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Esqueçam qualquer filme intelectualóide NQS que vos tentem impingir como retrato da adolescência ou aquela fase em que o teu pénis dá mais sinais de vida que o João Baião no saudoso Big Show Sic pois American Pie, clássico dos irmãos Weitz, é aquilo que procuram.
Pessoalmente refiro-me a ele como ” o filme que me fez crescer o pau pela primeira vez”. Sdds Nadia, maior toura, confirmando porque razão milhares de estudantes rebarbados escolhem a República Checa como poiso para esvaziar os quilhões em Erasmus. 

Toda a sugestão utilizada na referencia à mãe de Stifler, todo o imaginário criado na cabeça de milhares de espectadores antes desta bela mãe de filhos aparecer, duas palavras resumem isto: genialidade e tesão.

Por falar em Stifler, aplausos para o Stiffmeister , personagem maior da história do cinema , naquele que devia ser o role model de qualquer adolescente na sua passagem para a idade adulta. Claramente inspirado no nosso maior galã Zézé Camarinha, rei de metade das vaginas de terra de sua majestade.

Sdds também das duas sequelas seguintes, o resto é merda para intelectuais de baixo nível se consolarem.

Cumprimentos cinéfilos ou o caralho.

 

Relação dual com César Monteiro

César Monteiro é o exemplo e a consagração de uma dualidade maior que o cinema. Se por um lado lol, por outro sim senhor. Se por um lado metafísica nqs por outro “Sr. João, está-me a ir ao cú?”, “Sim…”.

Por estas e por outras é preciso pensar na nossa relação com um dos maiores pensadores que este país já viu. 

Vi “Fragmentos de um filme-esmola: a sagrada família”. Faceta ridícula de um homem que, com tanto talento latente, faz filmes onde imperam planos de 12 minutos e narrativas especialmente apropriadas aqueles que se querem sentir intelectuais através da abnegação de significado. Toda a gente sabe que não perceber é meio caminho andado para a elevação intelectual. Foi merda. 

No entanto, daí a dualidade, temos em filmes como “Vai e Vém”, “Recordações da Casa Amarela” ou “Comédia de Deus”, autênticas pérolas da cinematografia nacional. Diálogos como “Tens de garrotear o tronco peniano” ou “O meu marido, à noite, dá-me tantas nas beiças da cona que até me deixa com calos no dia seguinte”, são particularidades de uma excelência brejeira muito pessoal, coisa que faz esquecer aqueles planos gritantes de tão parados que são. 

Queremos opiniões. Não se enganem, os intelectuais são bem vindos, os falsos-intelectuais também, temos todo o prazer de estabelecer diálogo com eles. 

Cumprimentos cinéfilos ou o caralho.

Uma mensagem do grande Chuck Norris. 

Uma mensagem do grande Chuck Norris. 

Amour, um filme de velhos, para velhos

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"LOL, ganhei cannes porque meti a velha a mijar-se."

Vi o título do filme e pensei “foda-se, vou gramar com uma lamechisse que só enfiando dois dedos na goela para vomitar é que me mantenho acordado”. Já que era em francês, por ironia, comi um éclair, caso fosse mesmo para vomitar naquilo. Fui ver sem nada temer, porque nestes filmes de lamechisse, sempre escapa uma tetita ou outra para um gajo micar.

Mas não, era um filme de velhos. Se eu quisesse gramar com dois velhos durante duas horas não ia ao cinema, ia visitar os meus avós, e em dia de sorte, em vez de pagar ainda saia com cinco euritos no bolso. Pra mais eram velhos a morrer, se quisesse ver velhos a morrer, tinha ido para geriatria. Ninguém vai para geriatria, só disléxicos que queriam ir para gelataria.

Se acharam o Funny Games visualmente violento, não vejam isto. Clorofórmio em forma de filme é também, para mim, agressão. (saudades dos cojones, Haneke, com o outro ainda te escapavas do teu apelido ser nome de gaja)

O que safou é que ainda vi mamas, como previsto, e da gaja que fez o Hiroshima Mon Amour, pena que tenham vindo com 53 anos de atraso.

Cumprimentos cinéfilos ou o caralho.

O dia em que vi Tarkovsky.

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Vi Tarkovsky, pela primeira (e única) vez, numa conferência sobre história e cinema. Derreti durante 15 dias e queimei as fitas das cassetes do Van Damme numa tentativa de purificação.

O filme chamava-se André Rublião ou o caralho. Era sobre um pintor que ao fim e ao cabo não pintava nada. Aliás, “nada” resume o filme do início ao fim. Personagens não dizem nada, não fazem nada, não acontece nada. 3 horas que mais se aproximavam a um exorcismo mental, como se me tivessem a revirar os olhos com o mindinho do pé, ao mesmo tempo que fios de baba formavam riachos no meu queixo, sinal do extremo derretimento que o meu cérebro estava a ser alvo.

Eu não entendo esta gente que gosta de vegetar. Sdds dos filmes do Stallone e da sua narrativa estereotipada que nos colava ao sofá e não nos impunha pensamento crítico. Pensamento crítico é uma merda, melhor esquema para os realizadores nos darem o trabalho que devia ser deles. Claro, porque filmar um plano estático durante 5:36 (cronometrados) tem muito mais valor do que ensaiar e montar uma sequência de luta num dos filmes do grande Jet Li. Claro…eu entendo-te Tarkovsky.

Quem me quiser responder está a vontade. Sei que vão haver intelectuais de esquerda a bater com os dentes na ponta do esófago de tanta insuficiência cardio-respiratória que este texto poderá causar.

Força nessa jornada.

Cumprimentos cinéfilos ou o caralho.

Django Unchained (2012) de Quentin Tarantino

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Mais mediano só se o Tarantino snifasse menos 2 ou 3 linhas de coca. 

Voltamos ao José Pastor que volta e meia decide fazer um filme e, sem ninguém dar por isso, já está nos 50 com as banhas do cú a rasparem no chão. Sempre o mesmo merdas que gosta de agradar snobs e público imberbe.

Já com a merda do Reservoir Dogs se assistiu ao penoso arrastamento das palavras. Falam, falam, falam. Aliás, todos os filmes deste caralho são iguais: falam, falam, falam e nunca dizem nada. A salvação é encontrada a meio caminho com a violência que faz um gajo se enfrascar com Pepsi e arranhar a garganta com a merda da pipoca que era boa como o caralho mas tinha milho de soberba má ré.

Sem merdas, o que se passa é o seguinte: 

- Unchained consegue ser melhor que o derretimento febril do Django de 1966 (pior época do cinema ou o caralho);

- Tarantino decidiu abolir os pés. Única merda que fazia sentido nos filmes dele.

- As melhores partes do filme são aquelas, suponho eu, quando os escravos tiveram acesso ao Twilight e decidiram todos imitar o shirtless style do Taylor Lutner.

Cumprimentos cinéfilos ou o caralho